sábado, 20 de julho de 2013

Estilos de Liderança




LIDERANÇA AUTOCRÁTICA
 
O administrador é quem dita as ordens, impondo sua vontade aos seus subordinados, ao mesmo tempo em que centraliza as decisões.
Desaconselha-se este estilo de liderança quando a força de vendas é experiente e de alto nível profissional.
Recomenda-se apenas quando for indispensável utilização de alguma ação disciplinar em que o grupo esteja indiferente, ou mesmo quando a força de vendas for inexperiente.
 
LIDERANÇA DEMOCRÁTICA
 
O administrador orienta o grupo de forma espontânea para a solução de seus problemas, fazendo-o participar e ser um agente de decisão na busca da melhor solução. Mas, vale salientar que a palavra final é em boa parte dele. Este tipo de liderança é mais adequado quando a força de vendas é de nível elevado e quando o tempo permite que os envolvidos se reúnam para discutir as tomadas de decisões e para opinar.
Por outro lado, quando a força de vendas é numerosa, o gerente pode encontrar dificuldade para coordenar todo o pessoal.
 
 
LIDERANÇA LIVRE
 
Caracteriza-se pela liberdade total da equipe de vendas. O gerente interfere pouco ou nada no andamento dos negócios de seus representantes, os quais tomam as decisões por iniciativa própria e direcionam suas ações da maneira que acharem melhor.
Pode ser mais adequado quando a força de vendas é de nível superior, ou quando os vendedores conhecem o ramo de negócios e o mercado.
Quanto melhor o nível da equipe, maior a tendência para a abertura, ao passo que quanto menor o nível desses indivíduos, maior a tendência para o estilo autocrático.
 
É recomendável que o administrador utilize preferivelmente uma administração flexível, adaptada às exigências das diversas situações encontradas. Ele deve ser autocrático em certos momentos, democrático em outros e, ainda, liberal em outros.

  
 
 
 
 

domingo, 7 de julho de 2013

Gentileza gera Gentileza!




Administrar uma empresa é tarefa complexa e não se restringe apenas a utilização de “técnicas” ou exercício de “atividades rotineiras”, pois é preciso cada vez mais habilidades para lidar com o fator humano (complexo e diverso).

Muito se tem falado sobre o Comportamento Organizacional, que por definição simplista pode ser entendido como o campo de estudo acerca da compreensão do comportamento individual ou dos grupos no ambiente de trabalho.

Cada pessoa carrega consigo valores, culturas, crenças, cada qual com sua personalidade (uns mais fáceis que outros) e muitas vezes cabem aos líderes (sejam gerentes ou supervisores) o papel de identificar os pontos fortes, fracos e a melhorar, trabalhando da melhor maneira possível com a diversidade de potencial que possui e a favor dos resultados, sejam eles individuais ou coletivos.

Todo administrador precisa ter equilíbrio e controle emocional para atuar junto às pessoas, do contrário, teremos um clima de tensão e desgastes constantes, que acabarão por repercutir no Clima Organizacional e prejudicar no desempenho das atividades, a exemplo da queda da produtividade.

No tratamento com os seus colegas de trabalho (ou de seus colaboradores) nunca deixe de utilizar as regras de convivência abaixo, independente do cargo que venha a ocupar/desempenhar:

 

§  Dê atenção, escute as pessoas com atenção e interesse real;

§  Demonstre que se preocupa. Mostre-se realmente disposto a resolver o seu problema, colocando-se no seu lugar;

§   Deixe a pessoa desabafar, nunca a interrompa, ou tente vencê-la com palavras;

§  Conserve a calma; Não responda na mesma moeda;

§  Não eleve seu tom de voz. Controle seu temperamento;

§  Atue com profissionalismo;

§  Lembre-se, gentileza gera gentileza.

 

São pequenos gestos ou ações que devem extrapolar as paredes da empresa, pois só nos ajudarão a sermos pessoas melhores e farão com que sejamos admirados, não apenas profissionalmente, mas como seres  humanos.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Durma com Ideias. Acorde com Atitudes!



 EU FAÇO, EU REALIZO!

 


Atitude é uma das características que mais admiro no ser humano.
No âmbito das Organizações, é uma das qualidades mais procuradas e valorizadas em qualquer tipo de profissional, independente de qual função/cargo, ou nível de hierarquia ele venha a exercer.
Não adianta ter um excelente currículo, se capacitar e não mudar (ou só manter) certos hábitos. Certa vez, li que é a atitude é mais importante que a competência, pois não adianta ter habilidades e/ou conhecimentos e não ser proativo; ou simplesmente não saber como utilizá-los, na prática, e ao seu favor e ao da empresa, como um todo.
O Mercado de Trabalho carece de profissionais que não esperem simplesmente que alguém lhes diga o quê e como fazer. Sou do tipo que concorda com a máxima “é preferível tentar e errar, a nunca ter tentado”. Infelizmente, muitos profissionais preferem viver na zona de conforto, realizar tarefas rotineiras e cíclicas, a ter que tomar iniciativas.
Não faço apologia a certas atitudes como pretexto para “tomar o espaço dos outros” ou fazer “esmola com chapéu alheio”. O respeito profissional deve imperar sempre.
Cuidado também para não dar “um passo maior que a perna”, pois ai realmente pode residir o perigo. Mantenha o bom senso. O ideal é se certificar do tipo de cultura empresarial, seus valores, o perfil da empresa, e seu nível de flexibilização, o que só será possível a medida que você vier a desempenhar as suas atividades e conviver e/ou interagir com o ambiente (colegas, chefes, etc).
 
Sucessos!
 
Agnes Luna
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Diferença entre Chefe X Líder





Podemos encontrar um vasto material sobre esse tema e, em grande parte, a figura do “chefe” parece receber uma conotação negativa em detrimento à do líder. Claro que pode haver bons chefes-líderes, mas ainda são grandes exceções: “Todo bom líder pode ser um bom chefe, mas nem todo bom chefe será um bom líder”.

Há um consenso que há diferenças significativas entre ambos os termos, e de maneira simples e objetiva vamos abordá-las:

 

CHEFE – aquele dirige e comanda, ordena e centraliza sobre si todos os processos (tomada de decisões, realizações; não costuma pedir opinião ou ajuda para fazer ou realizar coisas).

Essa figura de autoridade acaba por causar temor e os funcionários não se sentem à vontade para pedir orientações, pois não há abertura suficiente.

Os subordinados (como são vistos pelos chefes) são detentores de “deveres” e “obrigações” e  a execução do trabalho é um fim em si mesmo, logo, é responsabilidade do empregado executá-lo, pois foi para isso que ele foi contratado (ou é pago).

Foca apenas nos lucros/resultados. Não sabe ouvir. Não sabe dar feedbacks construtivos. Culpabiliza falhas. Fica com os créditos

 

LÍDER – aquele que motiva e inspira com entusiasmo os demais, mostrando, com seu exemplo, quais caminhos a serem seguidos.

Essa figura possui carisma e uma ótima relação interpessoal e poder de conduzir a sua equipe aos resultados.

 Não é temido pela sua equipe ou colaboradores (como são vistos pelos líderes).

Foca não apenas os resultados (ou lucros), mas como desenvolver e treinar sua equipe para extrair o seu melhor e alcança-los.  Sabe ouvir. Sabe dar feedbacks construtivos. Corrige as falhas. Distribui os créditos.


 

sábado, 15 de junho de 2013

O Papel da Liderança na Resolução dos Conflitos






 

Nada mais complexo e desafiador, algumas vezes  até estressante e desestimulador, que lidar com situações de conflitos no ambiente de trabalho.

Tais conflitos ocorrem quando dois ou mais “mundos diferentes” atritam em relação a pontos de vistas diversos sobre um determinado assunto; e, por mais que tenhamos que oportunizar as situações, retirando o máximo de aproveitamento para nosso aperfeiçoamento pessoal e/ou profissional, seja tirando grandes experiências delas, ou construindo bases para o crescimento do grupo, sabe-se que nem sempre é tão fácil assim.

São muitas as expectativas que criamos em torno de nós mesmos e dos outros, sejam conflitos por diferentes opiniões, condições de trabalho não adequadas, atitudes discriminatórias e falhas na comunicação, ou por conta de comportamentos não condizentes com a ética e valores da organização.

Trabalhar com a confiança, unir a equipe em torno de um objetivo comum, melhorar o diálogo, para que ele seja espontâneo, criar aberturas para que todos possam se expressar e criar um clima favorável para que a comunicação flua sem entraves ou interpretações equivocadas, fortalecer os laços, trabalhar com a motivação dos funcionários, afora todo o gasto de energia necessário com treinamentos e desenvolvimento de pessoal são desafios para a liderança.

Além do clima organizacional, podemos perceber a diminuição da produtividade como um dos elementos denunciadores da existência de  conflitos, pois refletem e afetam diretamente (e de forma prática) nos resultados dos trabalhos; daí a importância da sensibilidade do líder frente  às mudanças de comportamento e de atitudes, bem como ao clima no ambiente de trabalho.

Cabe ao líder também manter-se imparcial, no sentido de buscar a justiça, investigando as causas e cuidando para que os demais integrantes da equipe não venham a ser afetados e a situação venha a ganhar maiores proporções.  

Apesar de todo o desgaste, inclusive emocional, que a situação venha a causar, é preciso dispender tempo para averiguar fatos, identificar os envolvidos, suas causas e possíveis consequências; agir com calma, ser construtivo, demonstrando-se sincero em ajudar, pois empatia é um elemento chave para a situação; afinal, como se dispor a ser agente de mudanças e solução sem colocar-se no lugar do outro?

Agnes Luna


 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Perfis dos Clientes e como Contornar Suas Objeções



 

 

BRIGUENTO
PERFIL/CARACTERÍSTICAS
COMO TRATÁ-LO
GOSTA DE BRIGAR
EVITE DISCUSSÕES E ATRITO
DISCUTE POR QUALQUER COISA
NÃO USE O MESMO TOM DE VOZ
NÃO HESITA EM EXPOR SUAS OPINIÕES
USE SUAS PRÓPRIAS IDEIAS PARA CONVENCÊ-LO
NÃO TEM PACIÊNCIA PARA OUVIR
NÃO SEJA BAJULADOR NEM SUBSERVIENTE
ACHA QUE SEMPRE TEM A RAZÃO
SAIBA OUVI-LO E MANTENHA A CALMA E A CORTESIA

 

 
 
 

 
AMIGO
PERFIL/CARACTERÍSTICAS
COMO TRATÁ-LO
É SIMPÁTICO E BONACHÃO
SEJA SEMPRE CORDIAL E OBJETIVO, MANTENDO UMA LINGUAGEM INFORMAL
ADORA UMA CONVERSA AGRADÁVEL
COLOQUE LIMITES NA RELAÇÃO, NÃO MISTURANDO NEGÓCIOS COM O BOM RELACIONAMENTO
É MESTRE EM DESVIAR O OUTRO DO ASSUNTO. GOSTA DE CONTAR PIADAS, ESTÓRIAS E DAR EXEMPLO DE FATOS OCORRIDOS
PROCURE APROVEITAR OS EXEMPLOS E ESTÓRIAS EM ARGUMENTOS PARA VALORIZAR A SUA IDEIA
GOSTA DE SENTIR-SE PRÓXIMO
DEMONSTRE OBJETIVIDADE, CONHECIMENTO E SEGURANÇA AO ABORDAR OS ASSUNTOS
GOSTA DE OUVIR, SENDO MUITO SOCIÁVEL
MANTENHA O BOM RELACIONAMENTO

 






 

CALADO
PERFIL/CARACTERÍSTICAS
COMO TRATÁ-LO
TEM DIFICULDADES PARA RESPONDER PERGUNTAS
FAÇA PERGUNTAS HÁBEIS
DEIXA O OUTRO FALANDO SOZINHO
ESTIMULE O DIÁLOGO
NÃO DIZ O QUE PENSA
NÃO PERCA O DOMÍNIO DA CONVERSA
NÃO EXPRESSA SENTIMENTOS
SEJA BREVE E SUCINTO

 

 
 
 
 
FALANTE
PERFIL/CARACTERÍSTICAS
COMO TRATÁ-LO
GOSTA DE FALAR, NORMALMENTE É PROLIXO
SEJA OBJETIVO DE FORMA AMISTOSA
DESVIA DO ASSUNTO PROFISSIONAL
MANTENHA O FOCO NA CONVERSA
TEM DIFICULDADES PARA CONCENTRAR-SE
CONDUZA O DIÁLOGO E O MANTENHA
TEM TENDÊNCIA DE SÓ OUVIR AQUILO QUE INTERESSA
SAIBA OUVIR
INTERROMPE A FALA DOS OUTROS
SEJA PACIENTE

 



 
DESCONFIADO
PERFIL/CARACTERÍSTICAS
COMO TRATÁ-LO
SEMPRE SE MANTÉM “NA DEFENSIVA”, TEM MEDO DE SER ENGANADO
APRESENTE SUA IDEIA DETALHADAMENTE, NÃO OMITA NENHUM PONTO DE VISTA RELEVANTE
GOSTA DE TESTAR O CONHECIMENTO E A CAPACIDADE DOS OUTROS
TENHA DOMÍNIO TOTAL DO ASSUNTO, DEMONSTRANDO COMPETÊNCIA
PREFERE NÃO EMITIR REAÇÕES DE APRECIAÇÃO OU ENTENDIMENTO DURANTE A CONVERSA
PREFIRA A LINGUAGEM MAIS FORMAL, PRINCIPALMENTE NO INÍCIO DA CONVERSA
DIFICILMENTE DÁ OPINIÕES, PREFERE OUVIR
NÃO SE INCOMODE DE SER TESTADO, AO CONTRÁRIO, DEMONSTRE PACIÊNCIA E SEGURANÇA
NORMALMENTE RACIOCINA EM TERMOS DE ECONOMIA, LUCRO, CUSTO E VANTAGENS
DEMONSTRE AS VANTAGENS DE SUA IDEIA

 

 

Mais Dicas:

 

·        Estar excessivamente próximo ao cliente é, para a maioria das pessoas, um comportamento agressivo e inconveniente.

·        Permanecer a menos de meio metro do cliente é extremamente intimidador e a mais de três é impessoal demais.

·        Nunca adote uma postura mais relaxada que a do cliente.

·        Use a escuta ativa, ou seja, comunique-se sempre balançando com a cabeça e repita algumas informações e comentários para demonstrar que está acompanhando e compreendendo o ponto de vista do cliente.

·        Mantenha o contato visual com o cliente. Isto fará que ele o veja como uma pessoa honesta, persuasiva, informada e digna de confiança.

Fonte: SEBRAE